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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Será que é bom?

 Cursos à distância são vistos com bons olhos pela maioria da sociedade. Sendo apontado como uma forma inovadora de ensinar, ele já está presente em algumas universidades espalhadas pelo país. Porém, tanta tecnologia usada pelos programas de cursos à distância parece deixar o aluno confuso e desatento. "Paguei na Facipe cadeira de metodologia científica, muito ruim." Afirma Fernanda de Lima, atualmente estudante de Gestão da Informação na Universidade Federal de Pernambuco.

 Estamos em uma nova era, onde os livros estão sendo transferidos para a internet e o professor passa a ser uma tela de computador. Mas, nem tudo está perdido, os alunos de alguns cursos à distância tem a oportunidade de ver o professor e ter contato direto com o mesmo. "Tinha uma aula presencial no mês que colocavam 3 turmas juntas" conta Fernanda. Mesmo com essa pitada de realidade, os cursos à distância não deixam de ser frios e sem interação, ainda que com seus simuladores, na maioria das vezes usados somente em cursos técnicos.

 Segundo a pesquisa "Um perfil do uso da educação on-line no Brasil", da décima terceira edição do boletim "Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior", divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), dos 63 milhões de usuários de internet que existem no Brasil, aproximadamente 6,9 milhões estudam ou já estudaram à distância pela web. Em sua maioria eles são homens com formação universitária e com renda mensal acima da média. Ou seja, nem todos os usuários estão adaptados com este tipo de metodologia. Afinal, os cursos à distância são usados frequentemente em cursos de mestrado, onde os alunos  são mais velhos e financeiramente independentes.

 Em cursos de graduação onde existem cadeiras com o método de ensino à distância, é raro encontrar algum aluno que esteja à vontade com a situação. "Era ruim por que o professor demorava a responder, era uma enrolação" conta Fernanda, que ao ser questionada sobre sua aprendizagem na cadeira do curso à distância responde "Não aprendi nada, definitivamente".


Vídeo: Metodologia ou Tecnologia? (http://www.youtube.com/watch?v=xLRt0mvvpBk&feature=related).


                                                                    Joyce Warren






terça-feira, 31 de maio de 2011

Livro impresso ou livro eletrônico? Ês a questão!

No ano de 1999 foi lançado o primeiro livro eletrônico do mundo intitulado de “Rocket e-book”. Ele prometia transformar hábitos de leitura e poupar espaço. Mais de uma década se passou e até então foram poucas as grandes transformações entre impresso e online. Havia boatos de que os livros entrariam em extinção, mas tal boato foi infundado, uma vez que a grande maioria das pessoas opta por livros impressos. Mas os livros eletrônicos ganham seu espaço todos os dias em meio à correria do dia-a-dia e a dificuldade em encontrar livros antigos ou importados.
Segundo o historiador Roger Chartier: “o texto eletrônico e todas as suas vantagens são muito apropriadas, por eliminarem barreiras de tempo, espaço e seleção, proporcionando rapidez e barateamento do acesso às obras. A leitura de fruição, no entanto, se completa no contato corporal com o livro. Não é uma maratona contra o tempo, mas uma tentativa de suspender a temporalidade, percorrendo meandros e experimentando profundidade. Segundo o autor, devido a uma pressão psicológica, o leitor de suportes eletrônicos tende a transmitir para o ato de decodificação a velocidade do meio, transformando-se no que Guimarães Rosa definiu como leitor cavalo, que come apressadamente tudo sem tempo para ruminar.”
O motivo de tanta especulação sobre o fim do livro impresso está no baixo custo tanto da produção quanto da reprodução dos livros na versão online. A capacidade de difundir e facilidade de achar exemplares de todo o mundo em um só lugar. É como afirma Wilson Dizard: “Um programa de editoração e diagramação pode hoje, no computador, substituir uma equipe de técnicos e um parque de máquinas. Das seis etapas de produção de um livro, quatro podem ser feitas num computador caseiro: preparação do texto, revisão, capa e impressão de “laser film”, restando apenas o fotolito da capa e a gráfica.”
Assim como a água se adapta aos recipientes, nós nos adaptamos às inovações e ao ambiente tecnológico. Cada vez mais procuramos inovar e facilitar nossas práticas corriqueiras. Livro impresso ou livro eletrônico? Ês a questão! Essa cultura eletrônica versus a cultura impressa ainda vai dar o que falar. São dois modelos que possuem lados bons e ruins, mas são inegáveis para quem gosta de uma boa leitura.
Uma sugestão para quem quiser encontrar livros online sem nenhum custo e com obras de escritores como Paulo Coelho acesse o site: http://ebooksbrasil.org/ Há livros nacionais, importados, jornais, revistas e links com informações sobre e-books, história do livro, fóruns, entre outros.
                                                                                                        
                                                                                                                     Adriana Ribeiro



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Adaptação dos alunos ao sistema EAD

O sistema de educação a distância foi criado principalmente para diminuir as barreiras que os quilômetros impunham às cidades interioranas do Brasil. Apesar do sucesso da medida, comprovada pela grande procura por parte dos alunos e da expansão desse método de ensino em várias instituições do país, ainda existem certos pontos a serem discutidos. Entre eles está a dificuldade que os professores encontram para motivar os alunos a participarem das atividades no ambiente virtual e a adaptação dos estudantes à nova forma de ensino. Por outro lado, uma nova maneira de inserir o modelo na rotina dos estudantes, oferecendo disciplinas presenciais e outras a distância, vem apresentando resultados positivos.
Os educadores afirmam que muitos alunos ainda estão acostumados ao sistema tradicional de ensino e carregam muito viva a ideia de sala de aula, professor e colegas de turma. Isso dificulta a adaptação desses estudantes ao novo método de ensino, onde predomina o ambiente virtual. Segundo a professora Rosana de Lima, a participação no sistema online ainda é muito deficiente, e a demora para responder as mensagem deixadas pelos professores é grande, “eles ficam muito dispersos, como cada uma faz seu horário fica difícil o contato”.
O curso de EAD de Licenciatura em Matemática da Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFRPE, é um exemplo de como o sistema ainda precisa ser mais trabalhado. O número de reprovações é alto, “poucos passam, muitas notas baixas”, “muitos desistem porque não conseguem se organizar e esse tipo de ensino depende muito do aluno”. Alguns estudantes frequentam apenas as aulas presenciais e não aparecem no sistema virtual. Apesar das dificuldades, Rosana afirma que a maneira como a UFRPE montou o esquema de ensino é muito organizada e só depende das pessoas matriculadas fazer com que o diploma seja alcançado no final do curso.
Já a Faculdade Mauricio de Nassau adotou um modelo mesclado. Ela oferece a disciplina de Estudos Dirigidos apenas através do sistema EAD, mesmo para estudantes matriculados em cursos convencionais. As aulas são oferecidas em PDF, junto às referências para aprofundar a aprendizagem. De acordo com a estudante do curso de Comunicação Social, Amanda Arruda, durante cada semana eles precisam responder a um questionário com cinco perguntas sobre atualidades e conhecimentos gerais. Ela também conta que no decorrer do semestre são disponibilizadas sete aulas e propostas sete provas. A estudante afirma não ter encontrado problemas para se acostumar ao sistema. O mesmo não aconteceu com a aluna Tifanny Valente, que enfrentou algumas dificuldades ao cursar a mesma matéria, o que pode ser conferido no áudio a seguir.

Veja o que conta a aluna Tifanny Valente sobre sua experiência com o novo método de ensino: http://www.youtube.com/watch?v=APLGbGiH_w

Alline Lima


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Como funciona o sistema da EAD


     A educação à distância, mais conhecida como EAD, é uma ferramenta que vem sendo cada vez mais utilizada pelas universidades e institutos tecnológicos do país. Apesar da modalidade existir há mais de 50 anos em países como os Estados Unidos, no Brasil esse método de ensino só teve início no governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A criação da Universidade Aberta do Brasil, UAB, permitiu a realização de cursos de Graduação e Pós-graduação à distância, o que privilegiou pequenas cidades que não tinham acesso a esse nível de educação.
Através da UAB, o Prefeito ou Secretário de Educação da cidade pode entrar em contato com responsáveis pelo programa para abrir um polo de educação em sua região. Um dos requisitos básicos é a existência de uma escola, ou espaço adequado com computadores e acesso à internet, para que os alunos possam realizar as aulas presencias nos fins de semana. É a partir da criação do polo, que as Universidades podem ministrar as aulas naquela cidade.
Cada Universidade possui seu método de ensino a distancia. A Universidade Federal Rural de Pernambuco, UFPE, adotou um sistema de equipe que destina diferentes funções para cada categoria de professor. O professor conteudista é o responsável pela preparação da apostila com todo o conteúdo usado durante o curso. Em cada polo existe um professor executor que elabora e corrigi as provas, além de tirar eventuais dúvidas dos tutores durante as reuniões. É o professor tutor que ministra as aulas presencias nos polos de educação, acompanha os alunos via internet e faz a aplicação das provas. Para cada disciplina de um polo é destinado um professor tutor.
O tutor presencial é uma categoria que nem sempre conta com um professor da disciplina que é responsável, pois algumas cidades, como as mais distantes e de menor porte, não contam com esse profissional qualificado. A função desse funcionário é o acompanhamento dos alunos na própria cidade, entregar o material didático, abrir o espaço de estudo e tirar dúvidas durante a semana. Por fim a UFRPE conta com um Coordenador para cada polo e com um Coordenador para cada curso da Universidade. Apenas o professor tutor não faz parte do corpo docente da Universidade, ele é contrato.
A professora Rosana de Lima Ferreira tem formação de Licenciatura em Matemática e já foi professora tutora da disciplina de Cálculo Numérico em dois cursos à distância da UFRPE. Suas aulas foram ministradas nos polos de Ipojuca e Itabaiana, ondem também funcionavam graduações da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), do Instituto de Ciência, Educação e Tecnologia de Pernambuco (IFPE), e da Universidade da Paraíba (UFPB). Ela afirma que a UFRPE criou um sistema (MOODLE) que reserva uma página para cada tutor com a lista dos alunos, o local disponível para o lançamento das notas, além do chat e do fórum para dúvidas e acompanhamento dos estudantes. A carga horária semanal que os professores cumprem online é de 20 horas. Os alunos também contam com uma senha de acesso ao sistema.
O processo de avaliação da UFRPE é baseado na participação dos alunos no sistema online, suas postagens no fórum e seus acessos ao chat. A tradicional prova presencial não é dispensada sendo a principal nota para a aprovação do estudante. A quantidade de provas varia de acordo com a duração de cada curso.

Polo IFPE Caruaru 
 Outra fundação que oferece o sistema de educação a distância é o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE). A Instituição conta com cursos técnicos, superiores, de especialização e pós-graduação lato-sensu distribuídos 16 em polos dentro do Estado. Entre os recursos disponibilizados para os alunos da EAD estão as bibliotecas virtuais e as revistas eletrônicas, além do Polo de Apoio Presencial.
As cidades que abrigam polos de cursos superiores do Instituto em Pernambuco são Ipojuca, Pesqueira, Palmares, Gravatá, Sertânia, Carpina e Águas Belas. Já os polos dos cursos técnicos estão presentes em Serra Talhada, Garanhuns, Surubim, Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru, Recife, São José do Egito, Belém de Maria, Limoeiro e Paudalho.
A Reitora Cláudia Sansil afirma que esse sistema de ensino veio para “transformar vidas e realidades” uma vez que os alunos não precisam sair de seus municípios para ter acesso ao “padrão de aulas com qualidade semelhante aos alunos dos cursos presenciais.” Ela defende a tecnologia como uma importante ferramenta para o aprendizado.
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Politécnico de Ensino a Distância (iPED), a maioria do alunos que buscam cursos profissionalizantes virtuais já concluíram o ensino médio. O estudo que foi lançado com o objetivo de traçar o perfil do estudante do ensino a distância, também revelou que grande parte desses estudantes ainda está cursando a faculdade. Jovens e adultos na faixa etária de 18 à 30 anos são responsáveis por 53% dos alunos. Os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia concentram o maior número de estudantes que optam pela educação técnica profissionalizante no sistema EAD.


Entenda como funciona o método de Pós-graduação a distância através do exemplo da Faculdade Joaquim Nabuco: http://www.youtube.com/watch?v=caTzXgN8tJ4

O professor Leandro Ferreira tira dúvidas frequentes sobre o processo de Graduação a distância: http://www.youtube.com/watch?v=XDn9Ka7P-jE

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domingo, 10 de abril de 2011

Livros na web




As novas tecnologias como internet, celular e o ipad , cada vez mais inovam e facilitam a vida dos milhares de cidadãos. Jornais, revistas e livros impressos adaptam-se aos meios eletrônicos ganhando suas versões online. Os livros, que existem há mais de 500 anos, transformaram-se em ebooks (eletronic books ou livros eletrônicos). O modelo eletrônico traz as mesmas informações do impresso e está disponível na internet com fácil acesso e baixos custos.

A estudante do Ensino Médio, Stephanie Araújo, 16 anos, afirma que o baixo custo desse novo método de aprendizado é fundamental para diminuir seus gastos com a educação e lazer: “Antes eu tinha dificuldade, pois não conseguia ler os livros que eu queria. Ou porque eram muito caros ou porque não foram licenciados aqui no Brasil (...). Normalmente eu costumo baixar livros, livros acadêmicos, mangás (que são livros japoneses), entre outros tipos. Eu ainda prefiro o livro impresso a o eletrônico. Mas não posso negar que livros eletrônicos são muito mais econômicos e fáceis de conseguir.”
Estudiosos apontam que apesar da facilidade e economia, esse novo tipo de conexão não resultará na extinção dos meios tradicionais de leitura. Chartier (1994) afirma que a “representação eletrônica dos textos modifica totalmente a sua condição: ela substitui a materialidade do livro pela imaterialidade de textos sem lugar específico”, tornando difícil prever exatamente o que resultará dessa (r)evolução. O usuário-leitor, ao conhecer e utilizar os diversos tipos de suportes, independente das peculiaridades de cada um, vai perceber que são tecnologias diferentes e com propósitos distintos, podendo decidir qual deverá ser o formato de livro que deverá predominar (SANTOS, 2003).
O estudante de Ciências Biológicas, Victor Diego Silva, 21 anos, concorda com Chartier: “Não gosto de estudar pelo computador, não dá para aprender muito e perco a concentração muito fácil. Mesmo com a inclusão digital e a facilidade de baixar livros de graça, os ebooks não vão fazer desaparecer os livros. Já pensou no trabalho que vai ser digitalizar compêndios da década de 50? Todos os livros até então publicados no mundo inteiro? Eu não acho algo viável.”
Ao pegar livros na biblioteca, por exemplo, você carrega peso. Com os ebooks é diferente. Você pode levar mais de 10 livros virtuais em celulares, ipads, pen drives, entre outros, que pesam em torno de 50 gramas. A portabilidade também é outro fator positivo. Mas não devemos esquecer que os livros impressos não prejudicam a vista, não precisam ser recarregados e não há risco de serem apagados pela memória do computador.
Independente se esse modo de leitura substituirá os livros impressos ou não, os ebooks já tomam conta das nossas vidas e deixa sua marca na história da cultura mundial, assim como aconteceu com os livros.


Quer saber mais sobre a opinião de Stephanie sobre os livros na web? Acesse: http://www.youtube.com/watch?v=EyR7NK3FQRQ





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Métodos de Ensino à distância


     




     O sistema de educação à distância é baseado no aprendizado cognitivo que enfatiza a qualidade do raciocínio humano e das etapas de ensino. Definida por Moore (1990, séc. XV) como "consistindo de todos os recursos para proporcionar a instrução através da mídia escrita e falada para as pessoas comprometidas com a aprendizagem planejada, em lugar ou hora diferente daqueles do instrutor ou instrutores".


     Os alunos que usam este método de ensino contam com o construtivismo à distância, que muito frequentemente  tem consistido da simples transmissão de imagens para cidades remotas ou até mesmo usando correspondência interativa entre instrutor e aluno, facilitando o aprendizado. Outro serviço que os alunos irão encontrar é a exploração proposital da internet - a famosa pesquina na internet - que ajuda os alunos a sanarem suas dúvidas sobre o conteúdo disciplinar. Mas, não é somente iniciar uma busca sem fim na rede. Os sistemas de educação à distância também ensinam aos estudantes mecanismos e a lógica de procura na Web, para otimizar o valor das informações obtidas.


     Multimídia e hipetexto também são bastante usadas no processo de aprendizagem à distância. Pois são elas que proporcionam  uma gama de informações vasta, onde o aluno poderá aprender tudo em um só lugar, sem precisar sair de casa. Lendo "recortes" de textos inteiros dando mais relevância ao assunto que está sendo abordado.
     Assim como a multimidialidade está presente nos cursos de aprendizagem à distância, o mundo dos simuladores também. Eles são uma poderosa arma usada nos sistemas de cursos à distância, pois o aluno tem a oportunidade de manipular, explorar e experimentar o que estão aprendendo; absorvendo cada vez mais informações, estimulando a vontade de aprender. 
     Além de todos estes métodos, a conversação é mais uma opção para os alunos trocarem experiências e dúvidas. Criando fóruns para armazenamento de dados, grupos de estudos e comunidades para discussões científicas, ajudando um ao outro, podendo assim, dividir conhecimento.


Nem todos conseguem adaptar-se a esse tipo de aprendizagem. Escute a opinião da estudante Larissa Queiroz de 20 anos: http://www.youtube.com/watch?v=-oVkoHX11vw





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